4 de julho de 2013

CRIME AMBIENTAL: Apreensão de animais silvestres na BR 324, próximo a escola agrícola no município de Jacobina


Por volta de 17:00h do dia 04 de Julho de 2013, na rodovia que liga Jacobina a Capim grosso, nas proximidades da entrada da Escola Agrícola, foi abordado pela guarnição comandada pelo 1º SGT PM Costa composta pelo SGT PM Jaguaraci, CB PM Aleixo e o Sd PM Edivan, Nivaldo Gomes Amor Divino, 44 anos, natural de Miguel Calmon, residente ao Rua Maria Almeida - Centro - Serrolândia - BA, portador do RG nº 04.939.868-71 - SSP/BA. 

Na ocasião estava conduzindo um VW/GOL de cor cinza e placa policial JOI-0512/DF sem possuir CNH (Carteira Nacional de Habilitação) em companhia de mais 02 (duas) pessoas de nome Edivan Novais dos Santos, o “Branco”, 27 anos, e Sivanilto da Sena, também residentes em Serrolândia – Ba. 

Ambos foram flagrados realizando Tráfico de Animais Silvestres no qual se constitui crime ambiental baseado na Lei 9.605/98 Artigo 29 - Paragrafo 1º *III. 

Eles estavam transportando em torno de 70 (setenta) pássaros da espécie azulão nos quais disseram inicialmente que teriam comprado no povoado de Lages do Batata na mão de uma pessoa não identificada, mas depois terminaram confessando que na verdade teriam capturados os pássaros com alçapões no citado povoado para depois levar para a cidade de Serrolândia para a comercialização.

Todos foram apresentados, juntamente com os pássaros, na 16ª COORPIN de Jacobina-Ba, sendo recebidos pelo Bel. Cleber Antonio de Azevedo e Silva – delegado Plantonista no qual lavrou um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência).
Por: Sargento PM Costa

FONTE: Augustourgente

9 de junho de 2013

Mandioca será o alimento do século XXI



A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, conhecida pela sigla FAO, disse que a mandioca é um tubérculo com "grande potencial" e pode se transformar no principal cultivo do século 21 se for realizado um modelo de agricultura sustentável que satisfaça o aumento da demanda.

O modelo de agricultura promovido pela FAO, chamado "economizar para crescer", pode aumentar de maneira sustentável os rendimentos gerados pelo cultivo da mandioca em 400%, afirmou nesta terça-feira (28) comunicado da organização, com sede em Roma.

Para a FAO, este objetivo pode ser alcançado por meio da melhoria da qualidade e saúde da terra, ao invés do uso intensivo de produtos químicos. Da mandioca se obtém uma farinha de alta qualidade, que pode ser usada como substituta ao trigo.

Em lugar das monoculturas associadas normalmente aos sistemas agrícolas intensivos, o programa "economizar para crescer" estimula o cultivo misto, rotação de produção e o não uso de pesticidas químicos.

Segundo a organização, estas práticas deram resultados "espetaculares" em testes realizados no Vietnã, onde os camponeses aumentaram os rendimentos da mandioca em 400%.

Na Colômbia, a rotação do cultivo de mandioca com feijão e sorgo (tipo de cereal) impulsionou os rendimentos, o que não se tinha conseguido só com o uso de adubos minerais.

A FAO explicou que a produção mundial do tubérculo aumentou em 60% desde 2000 e se acelerará ainda mais na década atual.

Uma das razões que fomentam a demanda de mandioca é o elevado preço dos cereais, o que transforma o tubérculo em uma alternativa "atrativa" ao trigo e ao milho.

FONTE: ONU

Desmate em 2012 foi o menor já registrado



O desmatamento na Amazônia em 2012 foi mesmo o menor da história, segundo os dados consolidados divulgados nesta quarta-feira pelo governo federal e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Pelos cálculos do Inpe, 4.571 km² foram desmatados entre agosto de 2011 e julho de 2012, que é quando começa e termina o calendário de monitoramento por satélite.

Isso representa uma redução de 29% em relação ao mesmo período de 2010-2011 e de 84% em relação a 2004, quando foi lançado o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, que inclui uma série de ações de fiscalização, criação de áreas protegidas, regulamentação fundiária, incentivos econômicos sustentáveis e adequação de atividades agropecuárias.

Os números são do sistema Prodes, que produz as taxas oficiais anuais de desmatamento, com base em imagens de satélite de alta resolução - que levam mais tempo para serem processadas. Uma primeira estimativa da taxa, de 4.656 km², já havia sido divulgada em dezembro, mas o número oficial que entrará para as estatísticas é este divulgado ontem, mais refinado. Apesar da redução, a área desmatada ainda é grande: equivalente a três vezes o tamanho do município de São Paulo.

Vigilância

Um segundo sistema de monitoramento, chamado Deter, faz a observação da floresta com menor resolução, porém em tempo real, para orientar operações de fiscalização. Por esse sistema, há uma leve tendência de aumento no desmatamento acumulado desde agosto de 2012, em comparação com o período anterior, mas a diferença é pequena demais para fazer projeções.

O secretário Carlos Nobre, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, ressaltou que o combate ao desmatamento continua como prioridade no plano de redução de emissões de gases do efeito estufa. "Não podemos relaxar um minuto nesse controle." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

FONTE; Estadão

29 de maio de 2013

O que são mananciais?




Mananciais são todas as fontes de água, superficiais ou subterrâneas, que podem ser usadas para o abastecimento público. Isso inclui, por exemplo, rios, lagos, represas e lençóis freáticos.

 Para cumprir sua função, um manancial precisa de cuidados especiais, garantidos nas chamadas leis estaduais de proteção a mananciais. Nessas regras, o ponto principal é evitar a poluição das águas, coisa muito difícil de se conseguir em um país como o Brasil. 

Por aqui, a expansão das grandes cidades aconteceu de forma super bagunçada, comprometendo as fontes d’água próximas às metrópoles. 

O exemplo mais conhecido - e triste - é o do rio Tietê, que corta a capital de São Paulo e boa parte do interior. Em tese, o mais famoso rio paulista poderia ser um manancial para milhões de habitantes, mas quase 100 anos de poluição acabaram transformando o rio em um enorme esgoto a céu aberto. 

Para piorar as coisas para os paulistanos, outras importantes reservas de água estão ficando comprometidas. A partir da década de 70, a cidade começou a se expandir em direção à represa de Guarapiranga, com milhares de ocupações clandestinas que despejam esgoto no manancial sem nenhum tratamento.

 "Hoje, não é viável remover as pessoas de lá. A melhor saída é coletar o esgoto e tratá-lo para diminuir a poluição", afirma o sociólogo Ricardo Araújo, da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Infelizmente, São Paulo não é o único lugar do Brasil onde os mananciais estão em perigo. 

No quadro ao lado, contamos um pouco mais sobre o drama da represa de Guarapiranga e mais quatro casos de desrespeito às fontes de água em outras metrópoles.

FONTE: rebob.org.br

27 de maio de 2013

27 de Maio - Dia Nacional da Mata Atlântica

 
Mata Atlântica

A ONG Sementes parabeniza a nossa mata atlântica pelo seu dia, e que nossos governantes protejam esse nosso patrimônio que é o ouro do nosso planeta!

16 de maio de 2013

Julgamento do caso irmã Dorothy é anulado

A irmã Dorothy Stang, de 74 anos, foi assassinada em 2005 em Anapu, por seu trabalho em defesa da floresta e de suas comunidades (© Greenpeace / Alberto Cesar Araújo).

Já se passaram oito anos do assassinato da irmã Dorothy Stang, ocorrido em Anapu (PA), em 12 de fevereiro de 2005. De lá para cá, os casos de violência, abusos e morte na Amazônia Legal só aumentam. Ainda assim, a justiça pena para punir os verdadeiros culpados. Exemplo contundente foi a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular, nesta terça-feira (14), o julgamento de Vitalmiro Bastos de Moura, condenado a 30 anos pelo homicídio da missionária norte-americana. O réu, no entanto, será mantido preso.

A decisão foi tomada por três votos a dois durante a conclusão do julgamento do Habeas Corpus iniciado em 11 de dezembro de 2012. Na ocasião, o relator, ministro Gilmar Mendes, votou pela concessão parcial do Habeas Corpus, confirmada nesta terça. Ricardo Lewandowski acompanhou o voto do relator, pela anulação do julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Belém, mas mantendo a custódia cautelar de Vitalmiro Bastos.

A decisão a favor do assassino se baseou no argumento de que o defensor público não teve tempo suficiente para defender adequadamente o réu. Já o ministro Celso de Mello e a ministra Cármen Lúcia votaram pela denegação do Habeas Corpus. Eles entenderam que a nomeação do defensor público só aconteceu em virtude de manobras de adiamento proposital por parte da defesa.

O assassinato já havia sido julgado três outras vezes. A primeira foi em maio de 2007, na segunda, em maio de 2008, ele foi absolvido. “Bida”, como é mais conhecido, teve direito a novo júri pelo fato de a pena ter sido superior a 20 anos. Em 2009, a 1ª Câmara Criminal Isolada do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJ-PA) anulou o último julgamento. O terceiro júri foi marcado para abril de 2010, quando Vitalmiro foi novamente condenado.

Amazônia, quintal da violência no campo

Casos como o de irmã Dorothy não são fatos isolados. De acordo com a última edição do caderno “Conflitos no Campo no Brasil”, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Amazônia Legal concentra a maior parte dos casos de assassinato, ameaças de morte e outros abusos no meio rural brasileiro ocorridos em 2012. Compreendida entre os estados da região Norte do país, parte do Maranhão e do Mato Grosso, a área contabiliza 21 dos 36 casos de morte decorrentes da violência no campo.

Do total de 1.364 episódios de disputa por terras, crises pela falta de água e ocorrências de trabalho escravo ou outras formas de violência registrados no ano passado pelo relatório, cerca de 46% ocorreram dentro dos limites amazônicos. O estado que registrou o maior número de assassinatos foi Rondônia, com oito mortes. No Pará, que foi o recordista no ano anterior (2011) e o segundo com mais homicídios em 2012, a CPT verificou seis vítimas.

Os números demonstram como o modelo de desenvolvimento em vigor na região amazônica se baseia na violação dos direitos humanos e das leis ambientais. Danos causados a camponeses, indígenas, ribeirinhos e quilombolas por projetos de mineração, extração de madeira e megaempreendimentos, bem como a concentração de terras e os escassos avanços da reforma agrária no interior do país, são recorrentes na Amazônia hoje.

FONTE: Grennpeace

Serrolândia realiza ação em prol da cultura do Licurí


Partindo do entendimento que, da cultura do Licurí se aproveita tudo e dele vem o sustento de muitas famílias. A partir dessa ideia o município de Serrolândia, vem dando passos importantes para o fortalecimento e reconhecimento da função social, ambiental e econômica desta cultura. 

Neste sentido realizou a 1ª Oficina de Produção dos Derivados do Licurí, realizada no dia 08 de maio, no escritório de Assistência Técnica e Extensão Rural de Serrolândia. Esta iniciativa partiu da Rede de Parceiros para o Desenvolvimento Local de Sustentável, composta pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais, EBDA – Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola, Secretaria de Agricultura, Associações Comunitárias de Amarantes, Caraíba, Maracujá e Assentamento Caiçara.

Durante a oficina ocorreram momentos de sensibilização sobre a importância da cultura do licurí, debate participativo com as entidades parceiras e convidados, confecção de derivados do licurí, através de 03 produtos: licurí torrado com rapadura, licurí torrado com sal e licurí torrado com rapadura e canela e o empacotamento da produção para comercialização.

Para avançar nos trabalhos ficou acertado entre os participantes que a primeira ação de divulgação dos produtos, será na feira livre do município, no dia 11 de maio, bem como a criação da Casa do Licurí, que será referencia na produção e beneficiamento dos derivados da cultura e dos diversos produtos da agricultura familiar e economia popular. 

Além disso, será criada uma cooperativa de produção para avançar na comercialização e representação dos empreendimentos da região.

FONTE: Vidanocampo

14 de maio de 2013

Capacitações abrem novas perspectivas para alhicultores de Jacobina

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Produtores aguardam apenas licença da Vigilância Sanitária para dar início às atividades da indústria

Alhicultores da região de Jacobina participaram de mais uma capacitação do Programa da Indústria Cidadã no Distrito de Caatinga do Moura. A iniciativa está sendo desenvolvida pela Superintendência do Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), em parceria com o Sebrae e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Durante cinco dias de curso, os alhicultores puderam acompanhar as análises dos produtos derivados do alho (pasta de alho, temperos, alho desidratado e molho), aprendendo a manipular os alimentos de acordo com as normas estipuladas pela Vigilância Sanitária.

Para a alhicultora Giselle Dias, 19 anos, participar das capacitações do Sebrae e Senai possibilita novas perspectivas, entre elas a de poder continuar vivendo na comunidade. “Muitos jovens que residem na zona rural são abrigados a sair em busca de melhoria. Capacitados, temos a oportunidade de vencer e continuando a morar na nossa comunidade”, disse a adolescente.

De 6 a 10 de maio, a engenheira de alimentos, Verônica Santos, esteve no distrito de Caatinga do Moura, município de Jacobina, para aplicar o módulo de Boas Práticas e Manipulação de Alimentos. Participaram da capacitação 16 produtores associados da Associação dos Alhicultores de Caatinga do Moura e Taquarendi (Acata), que fizeram o módulo teórico 15 dias antes.

As qualificações acontecem desde 2008, quando a indústria foi instalada no distrito de Caatinga do Moura. O objetivo é capacitar os produtores da Acata para gerir a indústria. Em março de 2012, a indústria foi equipada e atualmente os alhicultores aguardam o término das capacitações e a licença da Vigilância Sanitária para dar início as atividades.

A fábrica tem capacidade para produzir 300 toneladas por ano de produtos. Os distritos de Caatinga do Moura e Taquarendi produzem juntos, anualmente, 750 toneladas de alho por ano.

O programa de capacitações também tem o apoio da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e da Prefeitura de Jacobina.

FONTE: Tamara Leal (Jornala A Notícia)